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Caso Lara: Polícia acha buraco na casa do Wellington 'matador' e detalhes ‘assustadores’ do crime vem à tona

Um dos crimes mais chocantes e tristes dos últimos tempos, o caso de Lara, uma menina de 13 anos, que saiu pra comprar refrigerante e nunca mais voltou. A pequena estava em sua residência, e foi comprar refrigerante, na saída do mercado a 600 metros de sua casa foi sequestrada.

Ela foi vista a última vez no dia 16 de março, e nunca mais foi vista, os pais de Lara estavam em desespero. Após horas e dias de busca, a menina foi encontrada, em uma mata por trabalhadores, ela estava morta, foi assassinada de uma maneira cruel, e muito tristes a golpes de marreta.

A investigação começou, para descobrir e levantar suspeitos do crime, um homem foi visto em um carro prata, próximo ao local do crime, e de onde a menina tinha desaparecido. Ele foi identificado, Wellington Galindo de Queiroz, de 42 usava o carro de sua esposa, ele era o principal da polícia.

O suspeito fugiu de sua residência, após se recusar dar depoimentos à polícia, ele já tem passagens pela polícia, por tráfico de drogas e receptação. A polícia entende que o sujeito seja o autor do crime, crime que segue impune infelizmente, o carro usado era de sua esposa, e agora a mesma entra na mira da polícia.

A polícia entende que sua esposa talvez possa ter também envolvimento com o crime, os pais de Lara seguem esperando por justiça. Esperamos que os responsáveis por essa brutalidade possam ser pegos o quanto antes, e paguem por todo o sentimento de triste causado.

As autoridades encontraram na casa do principal suspeito, um buraco no chão, eles acham que a menina tenha sido mantida no buraco, sofrendo todo o tipo de abuso, eles também creem que ela tenha sido morta 12 horas após seu sequestro, o suspeito continua foragido.

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